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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

“O MENINO POETA E A PRINCESA MENINA” (Fragmento)

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O MENINO POETA E A PRINCESA MENINA” (Fragmento)
Poema pós sonho de: Henrique Musashi Ribeiro - Em, junho de 2006

Hoje, como de outras vezes, perdi o sono...
Me peguei pensando em nossa história,
humanamente prematura, porém tida intensa,
mas não concordo com tal ínfima contagem cronológica.

Em um sonho daqueles, tão real, 
meu coração me disse
que este tempo não existe
E que o nosso encontro já havia se dado lá para as bandas de COLOBE
E aqui, próximo ao sol, neste 2.º plano existencial, 
nesta Terra
a palavra mais coerente e cabível, para falar sobre nós
é ‘REENCONTRO’.

Pois que o “véu do esquecimento” abriu uma fresta
pelo sopro atemporal do Espirito Universal 
e te vi em outro lugar...
Te vi tão alva, pura ainda mais meiga em vestes brancas
e os teus olhos tinham o brilho da estrela vespertina.
Estávamos todos diante da Grande Força Criadora
que em tudo ela estava.

Tu, assim como hoje, estavas a meu lado
e estranhamente me lembro de nossa primeira despedida
quando tu, lá,  me disseste:
- “ Vida, eu vou a Terra! Eu fui chamada para nascer...”
Sorri junto contigo, pois era o que todos nós naquela esfera queríamos - obedecer.
Entretanto uma suave angustia foi percebida. Sem saber o que dizer disse:
- “Vais nascer primeiro que eu?”

Tomei suavemente tuas mãos
e tu, percebendo a minha boa ânsia, 
me olhaste bem dentro de meus olhos.
E nossos olhos esquentaram como num possível choro 
em um curto silêncio:
- “Vida, mas eu vou te esperar. Eu vou te encontrar.
Não irei sossegar, enquanto de novo não poder estar contigo...”
Mas uma vez ficamos em silêncio...
Suspiro fundo e em teus olhos vejo a saudade.
- “Luz de meus olhos, vai em paz, mas peço que não te esqueças
de guardar o nosso caminho. Procura ser tu boa pessoa...”
Em silencio tu soltaste minhas mãos
- “Querida... Espera!? Não esquece...
Eu te amo e vou te encontrar!”
E tu pela ultima vez, naquele plano, me abraças...
Um ultimo olhar...
Sussurraste:
- “Guarda meu coração contigo...”
Era a despedida... 
Era o destino... 
Era sua escolha...

E tu foste sem olhar para trás.
Fiquei mudo... 
Apenas senti um vislumbre 
do seria a minha primeira dor.
E tu foste!

Deixando-me apenas a lembrança de  teu sorriso
que eu comparava ao sol de nossa esfera pré-mortal
E ansioso esperei por vir cada amanhecer, 
só porque me lembrava o teu sorriso
E por conta desta primeira despedida,
já nasci poeta,
pois já nasci com saudade...
Já nasci com vontade de chorar. (...)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Sobre nossas escolhas...

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SUTRA

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SUTRA
Poema de: Henrique Musashi Ribeiro 

Tu tens medo de gostar do meu beijo
Toda essa marra é só pirraça
pois saiba que eu queria beijar bem mais
que simples pares...
Se quiseres e deixares ir-te além não tem problema
Não julgarei os teus desejos,
pois estou aqui pra realizar,
sou amante e não juiz!

Apenas tu me perguntas, com aquele olhar tão meiogo,
de cortar minha paz bem ao meio
- “Onde queres me beijar?” Enquanto jogas o cabelo
chicotendo minha volúpia bem no rosto
Cheio de vontade de te pegar com vontade,
sem dizer nada, te faria subir pelas paredes
em silêncio
O monologo seira apenas de teus gemidos e quixumes
eu beberia de todos os teus lábios
fluidos, odores e perfumes de mulher
a segurar-me pelos cabelos
entre tuas colunas torneadas de primavera
onde sol não pega,
mas minha boca alcançaria.

Faria tudo pra ver teu sorriso em meio ao teu busto lindo
de um belo ângulo, do lugar de onde estarei
sovendo e olhando... abaixo da linha de tua cintura
a brincar com tuas pétalas
a mercê de minha criatividade e minha boca
brincando cinicamente de sorver-te em caricias e carinho
 Enquanto mãos bobas passeiam livres
Ai... a boca curiosa sobe e desse
seguindo um trilha dourada da felicidade
invisível revelada ao sol
e encontra o umbigo.
E la se ficaria um pouco e as mãos refazendo o caminho
onde a boca já passou saborosamente.

Faz-se suspense, mas não pense que acabou...
sem pressa, apenas palavras desconexas,
erros fonéticos ou gramáticos
queria ver teu êxtase dramático
pêlo a pêlo
passar o nariz e boca em plenitude
e de leve te instigar,
afastar mais um pouco as tuas couxas
revelando tuas petelas, cépalas quatrifomes
da linda flor preferidamente entomecina
e la beberia com fome até verter o mel
o meu prazer seria ver-te tremer me minha boca
sentir-te pulsar e se retorcer
sem abandonar o carinho que eu tenho por ti.
In, XI/IX/MMXI