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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Literatura infanto-juvenil: O TIGRE E A PRINCESA!

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Uma história linda e apaixonante!


O poeta da Função Social!
        E mais uma vez, em menos de três meses, o poeta e escritor Henrique Musashi (foto) lança o seu terceiro livro, mas desta vez um conto voltado para o público juvenil, mas que certamente vai agradara também ao público adulto.
     Depois de lançar dois livros de crônicas, poesias e relatos, Musashi está entrando, no que acredito ser, em uma melhor modalidade literária para mostrar o seu talento criativo. Não quero dizer com isso que os livros de poemas não sejam bons, comprei os dois e são excelentes. A poesia é um campo para poucos leitores, devido à temática complexa e profunda, a ser apreciado por poucos, como ele diria o poeta - “assim como um bom vinho, não são todos que sabem apreciar um poema”, mas tudo que ele escreve é belo e mesmo as cosias mais rudes ele consegue repassar em um contexto lírico e fascinante.
      Pela sinopse, concisa e irretocável, já se percebe o que aguarda o leitor. Um livro que despertará vários sentimentos... Romance, drama, lições valiosas, bom humor e quem sabe uma experiência pessoal repassada através de simbolismos que fazem parte do mundo deste escritor, meu poeta favorito, Henrique Musashi Ribeiro. Esse livro vai pra minha coleção!

Por Lanny S. Moura.

O TIGRE E A PRINCESA - Histórias que ensinam!
2ª Edição - 2013 

Autor: Henrique Musashi 


Capa e contracapa
Sinopse: Este livro paradidático conta uma linda história de amor, dramático e transcendental, entre o homem-tigre e sua amada princesa Aiyume, tendo como seu principal antagonista o perverso Rei Oni. Fala também da amizade peculiar entre este “tigre carrancudo” e um sapo muito bobo e fofoqueiro que moram na mesma cabana no topo de uma colina. Nesta fábula, onde quase nada é o que realmente parece, o autor aborda temas variados do comportamento humano, principalmente no tocante ao nosso julgamento. Tudo isso em um texto simples, porém original, com todos os elementos subjacentes de uma boa história, contendo, além de uma boa trama, cenas tristes e de humor leve, inteligente e politicamente correto, repleto de simbolismo em uma mistura de linguagem culta e coloquial, com pitadas da sabedoria milenar oriental, nos transportando a um passado inexistente. Uma leitura muito interessante que aborda, acima de tudo, bons princípios morais. Uma ótima leitura recomendado para todas as idades. Vale a pena adquirir este volume em sua 2.ª edição. (Formatação: 20cm x 20cm)

À venda para todo Brasil
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Palavras de um Mestre!

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A orelha do livro!

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     Quando o escritor Henrique Musashi Ribeiro, depois de quase duas décadas escrevendo para pequenos jornais e páginas da web, resolveu compartilhar com o público o seu primeiro livro - "SEDUZA-ME - AS NUANCES DO AMOR", nossa literatura ganhou mais um talento formidável, um poeta por vocação que fala de sentimentos tão humanamente previsíveis de forma lírica que nos leva, com a leitura de seus versos, a observar as coisas simples da vida de uma ótica tão especial provocando encanto e outras reações diversas em seus leitores. Versos apurados que transitam entre a linguagem culta, a linguagem coloquial e às vezes a linguagem vulgar, tão comum no bate papo entre amigos. 
      Com seu talento Musashi consegue falar de coisas tão naturais e comuns, aqueles detalhes que muitas vezes nós, não poetas, gostaríamos de dizer, mas não conseguimos expressar, até porque escrever não é fácil e também não é simples expor tais sentimentos de forma tão bela, sem se preocupar com a forma ou a técnica aplicada. Prova disso é a grande dificuldade que geralmente temos muitas vezes em redigir uma simples redação de vinte poucas linhas ou simplesmente preencher as linhas do perfil, de um site social, quando nos convida para falar sobre nós mesmos e descobrimos o quanto somos desconhecidos de nós mesmos.

     E lendo a orelha, do seu primeiro livro, percebe-se a sutileza e docilidade da alma deste nosso artista contemporâneo quando ele afirma que ele escreve “como quem escreve para um amigo ou uma amada amante”, ou fica tenso na estreia do seu livro “como quem espera a resposta a uma mensagem pessoalmente importante”

     E a este poeta, o meu poeta preferido, digo que as resposta, a esta sua primeira obra, entre outas que virão, está chegando através de e-mail e pela satisfação de seus leitores, em especial nós mulheres que somos homenageadas na maioria de seus versos românticos e sensuais. E o detalhe mais especial, em seus verso e prosas  audaciosas, é o fato de que não são simplesmente palavras jogadas no papel, elas realmente fazem parte da alma deste artista que tive a satisfação de conhecer “bem de perto” este homem apaixonante de tantas facetas interessantes e incomuns aos homens de hoje em dia, que acham que delicadeza não é “coisa de macho”. Musashi consegue mostrar sua delicadeza e sua natureza gentil ao tempo que se mostra um homem jovem cheio de experiências felizes ou forjadas na dor. 
Foto enviada por uma fã especial 
(Tatiana Diniz ,  Padre Bernardo - GO)
     Hoje, em um mundo tão superficial, concorrido, de coisas e sentimentos rápidos, de paraísos artificiais, nem todo mundo tem a competência para amar ou suportar a grandiosidade de um poeta ou simplesmente parar, por alguns instantes, e apreciar um bom livro independente de quem seja o seu autor favorito ou seu assunto preferido.

A orelha do livro SEDUZA-ME.


O Lorde  Poeta
"Confesso aos leitores que, além de ser um honra compartilhar os meus versos, é também pouco assustador. Já havia escrito antes para internet e pequenos jornais, mas esteva entre outros tão melhores escritores que eu. Compartilhar, em um livro solo, sentimentos é uma forma de despir-se. Este fato fez minhas mãos suarem um pouco, como quem espera a resposta a uma mensagem pessoalmente importante. Depois de anos ouvindo aquela pergunta comumente feita a quem escreve, vinda de amigos e alguns parentes: - “Ah! Quando você vai lançar um livro?” Então um dia a gente para de protelar e tira da gaveta aqueles projetos com paginas já amareladas e começa a se organizar. E particularmente procuro escrever como quem escreve uma carta para um amigo ou uma amada amante, procurando ser leal e sincero em minhas afirmações retas ou rotas e isso meche com a nossa alma. Neste meu primeiro livro lançado escolhi poemas de amor e suas “consequências” nem sempre agradável para quem às viveu, mas acredito que será no mínimo uma experiência interessante para o leitor. Então peço licença para mostrar um pouco do “meu mundo” e agradeço o privilégio de compartilhar com você, que está agora segurando este livro, que talvez seja um poeta e esteja ciente disto, ou seja um poeta ou poetiza, mas que ainda não descobriu."  - Henrique Musashi Ribeiro
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

ESBOÇO

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"Esboço" - por, Henrique Musashi Ribeiro
______________

De onde vêm estes olhos e sorrisos
a desquietar boca e pensamentos
daquele que certo ponto da clausura
avistou ao longe tão meiga dama?

Quem é esta me leide
a mesclar rara combinação
beleza, princípios, feminilidade
a enfeitar com ar de manha a jovem maturidade?

Vem então musa historiadora lê minha vida 
em braile em minhas costas
ao tempo que me abraças
e toca de leve meus lábios com os teus
como quem rela cuidadoso tão delicado papiro.

Escreve teu ensaio em meu peito
Faz de teus desejos teu melhor artigo,
mas sempre que acabar apaga tudo
pra poder tudo ser escrito a cada dia
de novo.

Olhos lindos como faróis angelicais, 
acho difícil de se perder, Maria, 
ou não ser encontrada. 
Se até as pedras de tropeço se encontram. 
Nelas haveremos de sentar e conversar 
e quem sabe os olhares também se encontrem 
e duas almas possam andar juntas 
por este caminho tortuoso 
e não mais solitárias.


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domingo, 18 de novembro de 2012

Dor perfeita...

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Lançamento On-line de “Social Carrasco"

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     - "Não apenas quem escreve é o artista. Saber apreciar um poema, uma crônica, romance ou qualquer texto também exige certa dose de arte. Acredito que, em especial, todo poema deve ser lido além das meras letras e frases, mas deve ser lido em suas entrelinhas, assim como alguém se senta em uma cadeira em frente um jardim para apreciar um bom vinho e tentar sentir, em cada gole, o aroma, o retro sabor e paladar alcoólico intenso, deitando cada dose sobre a língua e, em suas pipilas gustativas, perceber cada detalhe do sabor – Saborear também é arte, ou do contrário estaríamos apenas entornando (...)" 
- Henrique Musashi Ribeiro


     Mais um lançamento de um novo livro por Henrique Musashi Ribeiro - “Social Carrasco – Verso e prosa do escultor de pedras de tropeço". O contexto social desnudo em versos e prosas ousadas e irreverentes. Coisas que muitos de nós gostaríamos de dizer, mas nos faltam palavras ou apenas coragem de afirmar nosso pensamento, coerente, sem medo de parecer ridículo ou apenas inconveniente. Uma leitura social feita por um "ronin" e suas memórias versadas em forma de reflexão.


Sinopse:
Nesta edição o escritor, Henrique Musashi Ribeiro, escolheu versos e prosas (poesias, crônicas, relatos...)  que falam sobre nossos percalços cotidianos. Da solidão da vida moderna, onde percebemos as novas tecnologias que ao tempo que nos aproxima também nos tornam mais distantes do convívio social, onde muitas vezes somos os “carrascos” em nossos julgamentos tão contraditórios, pela dificuldade que temos em confiar no outro, de nossas críticas com relação à política, a sociedade e a religião, onde nossas frustrações se transformam em fabricas de vilões tão comuns e escondidos em nossas mentes.

1.ª Edição: 2012
Número de páginas: 131

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

SAIA DE PALHA

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SAIA DE PALHA 
Do Livro "Social Carrasco", por Henrique Musashi Ribeiro.


Certo irmão índio, que dançava em uma cerimônia religiosa ao redor de uma grande fogueira, juntamente com outros jovens guerreiros de sua aldeia, que, assim como ele, trajados, cada um, com uma saia confeccionada com palhas secas e outros molambos, que iam da cintura até os seus pés descalços e cinzentos.

Este índio dançava freneticamente, sacudindo braços e pernas enquanto cantava em coro uma melodia incompreensível.  Em dado momento de seus rodopios, movido pela curiosidade desviou sua atenção da dança e se pôs, por um breve momento, a observar a índia, filha de seu melhor amigo, que era uma bela jovem cheia de opulências desnudas.

Esta linda jovem estava confabular entre risos e gritinhos com outras índias mais jovens que não tinham tão belos corpos quanto o dela. E em seu coração o dançarino tribal ficou curioso por saber o que ela tanto conversava com as amigas ao tempo que “secava” a moça com seus olhares nada discretos, fantasiando um momento intimo com aquela moça, de seios e glúteos arredondados ali, à mostra, bem na sua frente. Chegou a imaginar que estariam falando sobre ele, de como ele dançava bem de como era o homem mais forte e corajoso de toda tribo. Ele se perdera em seus pensamentos, que foram longe Quando o índio deu por si, de sua distração, a sua de palha estava pegando fogo, pois chegara muito perto da fogueira. Então ele se queimou seriamente.

Na vida como na dança devemos manter o foco no que estamos fazendo, em que direção estamos indo. Existe hora pra tudo até pra sonhar acordado. Os sonhos servem de inspiração, mas não se pode caminhar de olhos fechados imaginando o que outros pensam ou falam sobre nós, mas isso não nos dá o direito de  falar mal de ninguém.


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sábado, 27 de outubro de 2012

Lançamento do Livro: "SEDUZA-ME! As nuances do Amor."

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Henrique Musashi Ribeiro
Aracati/Ce
      Depois de longa espera chega ao público, hoje, dia 27/10/2012, o primeiro livro do poeta, cronista e pensador Henrique Musashi Ribeiro. O Livro "SEDUZA-ME! As várias nuances do amor", que já está a venda em todo Brasil, pela internet, também poderá ser comprado no exterior pela editora Clube dos Autores. 



SEDUZA-ME!
As nuances do Amor 
Autor: Henrique Musashi Ribeiro 


Sinopse: 
Nesta edição o poeta Henrique Musashi aborda a poesia como instrumento de sedução compartilhando, em versos, experiências reais de relacionamentos de forma lírica com todos os sabores e dessabores que implicam o ato de amar. Este livro, em suas entrelinhas, fala de outro lado do “universo masculino”, desconhecido pela maioria das mulheres e geralmente negado pelos homens que o possuem. A sensibilidade e a busca do desejo comum pela felicidade. Tudo isso em versos e poucas prosas. Uma leitura no mínimo interessante e curiosa.


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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

PROSA PÉRFIDA

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PROSA PÉRFIDA 
De: Henrique Musashi Ribeiro - Em, outubro de 2002

Ela tinha apele e os olhos negros
Olhos mais escuros que a pele
Que diziam, hipnóticos, a minha mente
- Possua-me!
Olhos lascivos que não acalmavam,
Mas eram provocantes e amotinados
Juntamente com os seus lábios, mãos e língua

Transformar o que é plácido
Em lábios que se mordem e olhos serrados
Até conseguir ser, prazerosamente,
a própria vitima de sua caça.
E seu sorriso cínico se plasmou em angústia
Urros e gemidos instigantes...

Assim a caça apenas parecia ser o carrasco
Enganando-me pelos ouvidos,
Pelos queixumes daquela que parecia ser sobrepujada sobre ela
Como um leão faminto,
Que apenas bebia de seus lábios
Aquele efêmero momento que seria eterno por minutos,
Até a explosão dos caldos da alegria...

Depois de tudo
O leão passou a ser o cão manso e encoleirado
E os lábios da negra então acalmavam
Enquanto escondia no coração
Um punhal de dor e traição
Por mais que algo dissesse nas entrelinhas
- Fica calmo, confia!?
Quero apunhalar-te pelas costas
e com a mesma estocada acertar o teu coração.

E só assim pude entender
o que dissera um profeta judeu 
sobre sua descoberta
de algo mais amargo que a morte.


* * *
* "Então descobri algo mais amarga do que a morte, a mulher que é uma armadilha, o seu coração é uma rede e os seus braços são cadeias. Quem agrada a Deus consegue dela escapar, mas o pecador se deixa prender por ela."
 - Eclesiastes 7:26

D I V A G A Ç Ã O - III

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D I V A G A Ç Ã O - III 
De: Henrique Musashi Ribeiro - Em, 23/06/2003 



Quando a noite cai 

pousa a sombra de meus dedos 

sobre um bloco de papéis 

e os meus olhos fogem 

como se não pudessem encarar 

nem a lembrança de teus olhos. 



Então eu fecho os meus olhos 

E me lembro do ultimo olhar que trocamos 

De todos os momentos que podíamos 

ter nos olhado, nos beijado... 

mas não olhaste nem beijaste... 



Por que? Não sei! Imagino... 



Lembrei-me do silencio que pousou em minha boca 

quando deveria ter dito algo bom, 

mas lembrei-me que zombaste 

de toda minha poesia e poema.


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Meu País

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M E U  P A Í S
De: Henrique Musashi Ribeiro - Em, 22 de Janeiro de 1998.
 
Meu país,
És a minha casa bagunçada
Casa de sogra complacente
pois em ti tudo se permite
como se não pensasse em limites de absurdos
Mas já li em teu manual de moradia
que tudo isso é normal,
pois foste fruto de um erro
ou uma rota enganosa

Que os teus arquitetos
deixaram a tua planta de lado
Então começaram pelo teto
Dizem que foste bom investimento,
mas os verdadeiros donos
não ganharam se quer
o preço de uma saca de cimento
Então me diga:
Foi compra ou foi arrombamento?
Como assim descobrimento?
Mas não já tinha gente dentro?

É! Pros teus brancos
foi uma compra bem legal
E os verdadeiros herdeiros
moram espremidos agora no fundo de teu quintal
Já ouvi dizer que foste uma casa organizada
por filhos e pais desalmados
Que o preço de teu progresso
foi o sangue opinioso impresso
na tua sala de estar
E ai de quem não gostasse de ti
ou ousasse a descordar
Dizem que estes eram logo convidados
a morar em outro lugar

Ó meu Brasil,

Minha casa
Hoje posso pensar,
Tenho estudo, mas não tenho onde trabalhar
E ai como é que eu fico?
Nós somos um pais rico?
O teu hino aprendi a cantar com tanto orgulho
e com tuas cores até já pintei a minha cara
de palhaço,
Mas tudo que nos resta
é um passado de absurdos gloriosos
Que na escola a "tia" dizia
que eu deveria sempre isso ovacionar:
- Viva o tio Dom Pedro I!
- Viva o tio Pedro Alvares Cabral!
- Viva tanto "tio" e tanta "tia"
- Viva cada general
Nossas barrigas cantam
e vibram como um reco-reco
e votamos com cérebros de cuíca

Viva esta terra rica

Viva o nosso carnaval
Vamos jogar maizema na cara do povo
Enquanto o mesmo passa mal
Esta é a terra do samba,
do carnaval e futebol
Viva o povo morrendo
Viva a massa sofrendo
Olhando satisfeito feito bestas o arrebol.

Bom dia Brasil, 2 de Outubro de 2012

domingo, 23 de setembro de 2012

TAL VISITA!

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TAL VISITA!
De: Henrique Musashi Ribeiro - Em, abril de 2001.

Quando a noite cai 
meus olhos se escondem
atrás das paredes de meu refúgio
Vem-me lembranças de um tempo bom
que talvez não volte mais...

O que fazer?

Essa é uma boa e constante pergunta!
Assombra-me tal resposta, 
pelo simples fato que outrora sabia 
ou pelo menos fingia
saber o que fazer!

- E agora?

Agora já é hora
da verdade linda, 
porém escamosa,
adentrar vida a dentro...

- Vida adentro?

Ela irá entrar em minha casa? 
Tenho que arrumar a casa  
para tal visita indulgente!  
- Não, não importa, 
pois ela não repara
 e por ela por mais que às vezes organize 
faz a sua bagunça também!



sábado, 8 de setembro de 2012

O poeta dorme!

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Acróstico por: Lanny S. Moura


Meu poeta dorme
Um sono tão doce quanto sua voz
Seus sonhos só ele sabe dizer quais são
Anjos velam seu sono de poeta ferido
Suas mãos macias e poderosas repousam sobre o travesseiro
Heroica alma complexa fecha os olhos por um instante
Insensato mundo não poderia saber seu real valor
Revelado em seu coração e dons maravilhosos
Intenso e profundo como o mar revolto, mas
Brando como um lago plácido, sem vento
Elegante como a brisa que sacode as palmas de um lírio
Íntegro como o aço da sua espada
Raro como um diamante azul 
Orgulhoso, infelizmente, como um samurai
E mesmo assim encantador!