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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Palavras de um Mestre!

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A orelha do livro!

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     Quando o escritor Henrique Musashi Ribeiro, depois de quase duas décadas escrevendo para pequenos jornais e páginas da web, resolveu compartilhar com o público o seu primeiro livro - "SEDUZA-ME - AS NUANCES DO AMOR", nossa literatura ganhou mais um talento formidável, um poeta por vocação que fala de sentimentos tão humanamente previsíveis de forma lírica que nos leva, com a leitura de seus versos, a observar as coisas simples da vida de uma ótica tão especial provocando encanto e outras reações diversas em seus leitores. Versos apurados que transitam entre a linguagem culta, a linguagem coloquial e às vezes a linguagem vulgar, tão comum no bate papo entre amigos. 
      Com seu talento Musashi consegue falar de coisas tão naturais e comuns, aqueles detalhes que muitas vezes nós, não poetas, gostaríamos de dizer, mas não conseguimos expressar, até porque escrever não é fácil e também não é simples expor tais sentimentos de forma tão bela, sem se preocupar com a forma ou a técnica aplicada. Prova disso é a grande dificuldade que geralmente temos muitas vezes em redigir uma simples redação de vinte poucas linhas ou simplesmente preencher as linhas do perfil, de um site social, quando nos convida para falar sobre nós mesmos e descobrimos o quanto somos desconhecidos de nós mesmos.

     E lendo a orelha, do seu primeiro livro, percebe-se a sutileza e docilidade da alma deste nosso artista contemporâneo quando ele afirma que ele escreve “como quem escreve para um amigo ou uma amada amante”, ou fica tenso na estreia do seu livro “como quem espera a resposta a uma mensagem pessoalmente importante”

     E a este poeta, o meu poeta preferido, digo que as resposta, a esta sua primeira obra, entre outas que virão, está chegando através de e-mail e pela satisfação de seus leitores, em especial nós mulheres que somos homenageadas na maioria de seus versos românticos e sensuais. E o detalhe mais especial, em seus verso e prosas  audaciosas, é o fato de que não são simplesmente palavras jogadas no papel, elas realmente fazem parte da alma deste artista que tive a satisfação de conhecer “bem de perto” este homem apaixonante de tantas facetas interessantes e incomuns aos homens de hoje em dia, que acham que delicadeza não é “coisa de macho”. Musashi consegue mostrar sua delicadeza e sua natureza gentil ao tempo que se mostra um homem jovem cheio de experiências felizes ou forjadas na dor. 
Foto enviada por uma fã especial 
(Tatiana Diniz ,  Padre Bernardo - GO)
     Hoje, em um mundo tão superficial, concorrido, de coisas e sentimentos rápidos, de paraísos artificiais, nem todo mundo tem a competência para amar ou suportar a grandiosidade de um poeta ou simplesmente parar, por alguns instantes, e apreciar um bom livro independente de quem seja o seu autor favorito ou seu assunto preferido.

A orelha do livro SEDUZA-ME.


O Lorde  Poeta
"Confesso aos leitores que, além de ser um honra compartilhar os meus versos, é também pouco assustador. Já havia escrito antes para internet e pequenos jornais, mas esteva entre outros tão melhores escritores que eu. Compartilhar, em um livro solo, sentimentos é uma forma de despir-se. Este fato fez minhas mãos suarem um pouco, como quem espera a resposta a uma mensagem pessoalmente importante. Depois de anos ouvindo aquela pergunta comumente feita a quem escreve, vinda de amigos e alguns parentes: - “Ah! Quando você vai lançar um livro?” Então um dia a gente para de protelar e tira da gaveta aqueles projetos com paginas já amareladas e começa a se organizar. E particularmente procuro escrever como quem escreve uma carta para um amigo ou uma amada amante, procurando ser leal e sincero em minhas afirmações retas ou rotas e isso meche com a nossa alma. Neste meu primeiro livro lançado escolhi poemas de amor e suas “consequências” nem sempre agradável para quem às viveu, mas acredito que será no mínimo uma experiência interessante para o leitor. Então peço licença para mostrar um pouco do “meu mundo” e agradeço o privilégio de compartilhar com você, que está agora segurando este livro, que talvez seja um poeta e esteja ciente disto, ou seja um poeta ou poetiza, mas que ainda não descobriu."  - Henrique Musashi Ribeiro
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

ESBOÇO

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"Esboço" - por, Henrique Musashi Ribeiro
______________

De onde vêm estes olhos e sorrisos
a desquietar boca e pensamentos
daquele que certo ponto da clausura
avistou ao longe tão meiga dama?

Quem é esta me leide
a mesclar rara combinação
beleza, princípios, feminilidade
a enfeitar com ar de manha a jovem maturidade?

Vem então musa historiadora lê minha vida 
em braile em minhas costas
ao tempo que me abraças
e toca de leve meus lábios com os teus
como quem rela cuidadoso tão delicado papiro.

Escreve teu ensaio em meu peito
Faz de teus desejos teu melhor artigo,
mas sempre que acabar apaga tudo
pra poder tudo ser escrito a cada dia
de novo.

Olhos lindos como faróis angelicais, 
acho difícil de se perder, Maria, 
ou não ser encontrada. 
Se até as pedras de tropeço se encontram. 
Nelas haveremos de sentar e conversar 
e quem sabe os olhares também se encontrem 
e duas almas possam andar juntas 
por este caminho tortuoso 
e não mais solitárias.


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domingo, 18 de novembro de 2012

Dor perfeita...

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Lançamento On-line de “Social Carrasco"

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     - "Não apenas quem escreve é o artista. Saber apreciar um poema, uma crônica, romance ou qualquer texto também exige certa dose de arte. Acredito que, em especial, todo poema deve ser lido além das meras letras e frases, mas deve ser lido em suas entrelinhas, assim como alguém se senta em uma cadeira em frente um jardim para apreciar um bom vinho e tentar sentir, em cada gole, o aroma, o retro sabor e paladar alcoólico intenso, deitando cada dose sobre a língua e, em suas pipilas gustativas, perceber cada detalhe do sabor – Saborear também é arte, ou do contrário estaríamos apenas entornando (...)" 
- Henrique Musashi Ribeiro


     Mais um lançamento de um novo livro por Henrique Musashi Ribeiro - “Social Carrasco – Verso e prosa do escultor de pedras de tropeço". O contexto social desnudo em versos e prosas ousadas e irreverentes. Coisas que muitos de nós gostaríamos de dizer, mas nos faltam palavras ou apenas coragem de afirmar nosso pensamento, coerente, sem medo de parecer ridículo ou apenas inconveniente. Uma leitura social feita por um "ronin" e suas memórias versadas em forma de reflexão.


Sinopse:
Nesta edição o escritor, Henrique Musashi Ribeiro, escolheu versos e prosas (poesias, crônicas, relatos...)  que falam sobre nossos percalços cotidianos. Da solidão da vida moderna, onde percebemos as novas tecnologias que ao tempo que nos aproxima também nos tornam mais distantes do convívio social, onde muitas vezes somos os “carrascos” em nossos julgamentos tão contraditórios, pela dificuldade que temos em confiar no outro, de nossas críticas com relação à política, a sociedade e a religião, onde nossas frustrações se transformam em fabricas de vilões tão comuns e escondidos em nossas mentes.

1.ª Edição: 2012
Número de páginas: 131

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

SAIA DE PALHA

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SAIA DE PALHA 
Do Livro "Social Carrasco", por Henrique Musashi Ribeiro.


Certo irmão índio, que dançava em uma cerimônia religiosa ao redor de uma grande fogueira, juntamente com outros jovens guerreiros de sua aldeia, que, assim como ele, trajados, cada um, com uma saia confeccionada com palhas secas e outros molambos, que iam da cintura até os seus pés descalços e cinzentos.

Este índio dançava freneticamente, sacudindo braços e pernas enquanto cantava em coro uma melodia incompreensível.  Em dado momento de seus rodopios, movido pela curiosidade desviou sua atenção da dança e se pôs, por um breve momento, a observar a índia, filha de seu melhor amigo, que era uma bela jovem cheia de opulências desnudas.

Esta linda jovem estava confabular entre risos e gritinhos com outras índias mais jovens que não tinham tão belos corpos quanto o dela. E em seu coração o dançarino tribal ficou curioso por saber o que ela tanto conversava com as amigas ao tempo que “secava” a moça com seus olhares nada discretos, fantasiando um momento intimo com aquela moça, de seios e glúteos arredondados ali, à mostra, bem na sua frente. Chegou a imaginar que estariam falando sobre ele, de como ele dançava bem de como era o homem mais forte e corajoso de toda tribo. Ele se perdera em seus pensamentos, que foram longe Quando o índio deu por si, de sua distração, a sua de palha estava pegando fogo, pois chegara muito perto da fogueira. Então ele se queimou seriamente.

Na vida como na dança devemos manter o foco no que estamos fazendo, em que direção estamos indo. Existe hora pra tudo até pra sonhar acordado. Os sonhos servem de inspiração, mas não se pode caminhar de olhos fechados imaginando o que outros pensam ou falam sobre nós, mas isso não nos dá o direito de  falar mal de ninguém.


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